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Decisões melhores começam
com uma análise bem feita.

Planejamento sucessório, recuperação de crédito e adaptação ao Novo Simples.

Novo Simples: como preparar a empresa para a nova regra: diagnóstico inicial — edição 041

Novo Simples: como preparar a empresa para a nova regra: diagnóstico inicial — edição 041

A preparação da empresa para o Novo Simples e a transição da Reforma Tributária (EC 132/2023) exige a revisão imediata do modelo de créditos fiscais de IBS e CBS, a auditoria do Fator R na folha salarial e o alinhamento com clientes B2B para decidir entre o recolhimento unificado no DAS ou o regime regular híbrido. Na abordagem focada em diagnóstico inicial, a metodologia prioriza conformidade técnica, prazos legais e gestão de risco proporcional.

Perguntas essenciais para a reunião sobre o Novo Simples: o que muda na prática — edição 040

Perguntas essenciais para a reunião sobre o Novo Simples: o que muda na prática — edição 040

Na reunião estratégica sobre o Novo Simples entre gestores, contabilidade e assessoria jurídica, as perguntas essenciais envolvem a margem do Fator R, a viabilidade de crédito de IBS/CBS para clientes B2B, a análise de segregação monofásica e a conveniência de manter o Simples ou migrar para o Lucro Presumido. Na abordagem focada em o que muda na prática, a metodologia prioriza conformidade técnica, prazos legais e gestão de risco proporcional.

Documentos para uma revisão segura do regime: perguntas frequentes — edição 039

Documentos para uma revisão segura do regime: perguntas frequentes — edição 039

A revisão segura do regime tributário exige auditar o Livro Diário, Livro Razão, PGDAS-D, DEFIS, extratos bancários conciliados e certidões negativas dos últimos cinco anos, cruzando as informações com as opções pelo Lucro Presumido ou Real para simular o melhor cenário financeiro. Na abordagem focada em perguntas frequentes, a metodologia prioriza conformidade técnica, prazos legais e gestão de risco proporcional.

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41 publicações
Novo Simples: como preparar a empresa para a nova regra: diagnóstico inicial — edição 041

Novo Simples: como preparar a empresa para a nova regra: diagnóstico inicial — edição 041

A preparação da empresa para o Novo Simples e a transição da Reforma Tributária (EC 132/2023) exige a revisão imediata do modelo de créditos fiscais de IBS e CBS, a auditoria do Fator R na folha salarial e o alinhamento com clientes B2B para decidir entre o recolhimento unificado no DAS ou o regime regular híbrido. Na abordagem focada em diagnóstico inicial, a metodologia prioriza conformidade técnica, prazos legais e gestão de risco proporcional.

18/09/2026
Precificação depois da mudança tributária: visão estratégica — edição 038

Precificação depois da mudança tributária: visão estratégica — edição 038

A precificação estratégica na transição tributária exige recalcular as margens de contribuição líquidas considerando que as vendas para empresas (B2B) dependerão da capacidade de transferir créditos fiscais integrais de IBS e CBS, enquanto as vendas para consumidores finais (B2C) serão balizadas pelo preço final de prateleira. Na abordagem focada em visão estratégica, a metodologia prioriza conformidade técnica, prazos legais e gestão de risco proporcional.

18/09/2026
Contrato social e atividade econômica: hora de revisar: cenários práticos — edição 037

Contrato social e atividade econômica: hora de revisar: cenários práticos — edição 037

Revisar o contrato social e os códigos CNAE da empresa é essencial para adequar o objeto social às atividades efetivamente prestadas, prevenir autuações por desvio de atividade econômica e evitar o desenquadramento do Simples Nacional por exercício de atividades vedadas (art. 17 da LC 123/2006). Na abordagem focada em cenários práticos, a metodologia prioriza conformidade técnica, prazos legais e gestão de risco proporcional.

18/09/2026
Como reduzir surpresas no fluxo de caixa tributário: erros que merecem atenção — edição 036

Como reduzir surpresas no fluxo de caixa tributário: erros que merecem atenção — edição 036

Reduzir surpresas no fluxo de caixa tributário de empresas do Simples Nacional exige optar formalmente pelo Regime de Caixa (tributação apenas sobre receitas efetivamente recebidas), implantar um calendário tributário integrado e realizar provisões automáticas para os vencimentos do DAS e obrigações trabalhistas. Na abordagem focada em erros que merecem atenção, a metodologia prioriza conformidade técnica, prazos legais e gestão de risco proporcional.

18/09/2026
Novo Simples para prestadores de serviços: checklist de adaptação: plano de ação — edição 035

Novo Simples para prestadores de serviços: checklist de adaptação: plano de ação — edição 035

Para prestadores de serviços no Novo Simples, o checklist de adaptação exige a revisão do padrão nacional de NFS-e, a auditoria periódica do Fator R, a adequação de cláusulas de retenção de tributos em contratos com tomadores de serviços e a análise da transição para o IBS/CBS. Na abordagem focada em plano de ação, a metodologia prioriza conformidade técnica, prazos legais e gestão de risco proporcional.

18/09/2026
Créditos e obrigações: o que mapear com o contador: cuidados antes de assinar — edição 034

Créditos e obrigações: o que mapear com o contador: cuidados antes de assinar — edição 034

O mapeamento preventivo entre o departamento jurídico e a contabilidade deve auditar a segregação de receitas no PGDAS-D, a correta classificação de produtos monofásicos de PIS/Cofins e a antecipação tributária de ICMS com substituição tributária (ST), evitando pagamentos duplicados e recuperando créditos pagos a maior. Na abordagem focada em cuidados antes de assinar, a metodologia prioriza conformidade técnica, prazos legais e gestão de risco proporcional.

18/09/2026
Anexo e fator R: como revisar o enquadramento: como comparar alternativas — edição 033

Anexo e fator R: como revisar o enquadramento: como comparar alternativas — edição 033

O Fator R (art. 18 da Lei Complementar nº 123/2006) é a relação matemática entre a folha de pagamento (incluindo pró-labore e encargos) e a receita bruta dos últimos 12 meses. Se for igual ou superior a 28%, a empresa tributa pelo Anexo III (alíquotas a partir de 6%); se inferior, pelo Anexo V (a partir de 15,5%). Na abordagem focada em como comparar alternativas, a metodologia prioriza conformidade técnica, prazos legais e gestão de risco proporcional.

17/09/2026
Transição tributária: o que muda no planejamento da pequena empresa: organização de evidências — edição 032

Transição tributária: o que muda no planejamento da pequena empresa: organização de evidências — edição 032

Durante o período de transição da Reforma Tributária (2026-2033), pequenas empresas enfrentarão a convivência temporária entre o sistema antigo (PIS, Cofins, ICMS, ISS) e o novo IVA dual (CBS federal e IBS subnacional), exigindo adequação de softwares emissores de notas e recalibragem dos preços de venda. Na abordagem focada em organização de evidências, a metodologia prioriza conformidade técnica, prazos legais e gestão de risco proporcional.

17/09/2026
Novo Simples: como preparar a empresa para a nova regra: negociação responsável — edição 031

Novo Simples: como preparar a empresa para a nova regra: negociação responsável — edição 031

A preparação da empresa para o Novo Simples e a transição da Reforma Tributária (EC 132/2023) exige a revisão imediata do modelo de créditos fiscais de IBS e CBS, a auditoria do Fator R na folha salarial e o alinhamento com clientes B2B para decidir entre o recolhimento unificado no DAS ou o regime regular híbrido. Na abordagem focada em negociação responsável, a metodologia prioriza conformidade técnica, prazos legais e gestão de risco proporcional.

17/09/2026
Perguntas essenciais para a reunião sobre o Novo Simples: revisão periódica — edição 030

Perguntas essenciais para a reunião sobre o Novo Simples: revisão periódica — edição 030

Na reunião estratégica sobre o Novo Simples entre gestores, contabilidade e assessoria jurídica, as perguntas essenciais envolvem a margem do Fator R, a viabilidade de crédito de IBS/CBS para clientes B2B, a análise de segregação monofásica e a conveniência de manter o Simples ou migrar para o Lucro Presumido. Na abordagem focada em revisão periódica, a metodologia prioriza conformidade técnica, prazos legais e gestão de risco proporcional.

17/09/2026